O mundo dá voltas...

2.3.17

Redescobrindo o blog

Voltas que o mundo dá

O mundo dá voltas e agora me vejo às voltas com a escrita. Vontade de escrever sempre tive, mas agora está ainda mais intenso com o trabalho próximo a livros e literatura. 

Não sei o quanto consigo me dedicar a este blog novamente, mas fica aqui um post inicial de 2017, muitos anos depois do último post que tinha aqui, para dizer que vou tentar. 

Alguém aí me lê ainda?

28.12.09

De 2009, mas até 1995

Pronto, tirei meus anéis e posso começar a escrever. Digitar, melhor dizendo. E posso hoje beber champagne em copo de cerveja. Porque posso. Mas me vejo dirigindo meu carro por esta cidade doida, debaixo de uma chuva torrencial, ouvindo Bon Jovi, porque eu posso.

E lá entre Keep the Faith e Hey God está Brokenpromissedland, música recém-lançada, mas que só representa o que esta banda e todo mundo está sentindo desde os anos 90. Não existe mundo com paz, não existe mundo com compaixão. Educação? Pelo menos aqui, quase uma raridade.

E eu só posso quebrar as regras, assim como faço no momento, porque o mundo de hoje já não tem regras. Cresci sabendo que cada copo tinha uma função. Canecas não são para beber água, são para leites, chás, taças servem vinhos, champagnes, copos altos de cerveja, são para as águas de cevada e trigo e lúpulo. Uma coisa é uma coisa, outra coisa, é outra coisa.

Mas não é mais assim.

Hoje não preciso me justificar para beber champagne em copo de cerveja e cerveja em caneca. Bebo e como como e onde quiser. Isso é herança dos anos 90 e do fim do século 20... aquele em que eu nasci e que meus filhos nem vão entender. Como não ter computador? Celular? Telefone sem fio já era raro.

Toda essa introdução é para dizer que eu estou satisfeita de não mais viver em um mundo com tantas regras, mas algumas podiam ser mantidas... mas nenhuma (quase) foi. Li que uma pessoa nascida nos anos 2000 não vai se manter em um único emprego por mais de 3 anos. E isso é bom... é? Eu sempre fui assim. Sou como uma espécie de geração Y antecipada.

Sempre escrevi, sempre contestei e sempre me dei bem fazendo isso. Só que hoje todo mundo está aprendendo a fazer isso. Quem não o faz está errado. E não muitas gerações atrás não se contestava autoridades ou poderia perguntar por quê. E tudo isso eu penso enquanto dirijo por São Paulo e vejo a chuva cair iluminando o chão de uma forma linda que eu posso só olhar para ele e saber que cor está o sinal e se tem buraco.

Eu desvio dos buracos como desvio de boa parte dos meus problemas. Desvio porque essa é minha geração. É um desvio entre o século 20 e o 21. Fomos nós que abraçamos a tecnologia, mas não nascemos com ela. Fomos nós que estipulamos que liberdade é não ter regras, mas sentimos falta das mesmas. Porque sem elas, não sabemos qual a direção que devemos ir. A questão toda é se rebelar das direções pré-existentes. Aquela ideia de que para ter sucesso é preciso ter poder, ou dinheiro, ou os dois. Porque com tanta gente no mundo já não há poder ou dinheiro que dê para a gente se sentir feliz. E há riqueza, é ali que mora nossa contentação.

Temos todos os dias que nos contentar com pouco de cada coisa, nem muito poder, nem muito dinheiro. Isso ainda está nas mãos das pessoas do século 20, não nos intermediários. Os poucos que conseguiram manter o raciocínio deles, é quem tem essas coisas, mas não é mais feliz, porque, no fim, a gente nunca tem o suficiente para ser feliz, a gente cresceu e criou o conceito de sempre - sempre - sempre querer mais.

Chego ao fim de 2009 ouvindo que a década acabou. Mas não acabou, e nem sempre foi assim. O fim de uma década é quando o ano 0 acaba, porque tudo se conta de 1 a 10, nada começa no 0, o 0 é um número perdido e mal compreendido.

Em 1989 as pessoas não queriam que a década acabasse. Eu vi pela televisão o Muro de Berlim cair. E eu vivi a Guerra Fria sem nem saber que a vivia. E 89 era o ano da mudança, e ninguém queria que a década acabasse ali... porque 89 era o ano em que culminou tudo o que a década de 80 pregava. Foi o ano de Winds of Change, dos Scorpions, e Right Here, Right Now, dos Jesus Jones. Músicas com sonoridades diferentes e mensagens muito semelhantes. A beleza de Winds of change é incomparável, se tornou um clássico no momento em que foi gravada e não havia ninguém nem banda alguma que conseguisse expressar a beleza daquele ano como os alemães que cresceram vivendo realmente a Guerra Fria sem saber porquê.

Os anos 90 começaram e o casamento dos meus pais terminou. Minha geração toda é aquela que viveu intensamente os anos 90, sentiu na pele os casamentos terminando sem problemas, os complexos de que a gente que não era bom filho era a prova de que os adultos não eram tão inteligentes ou capazes. Mas a comparação é com o ideal de super heróis que tínhamos deles, e que eles tinham aprendido a passar pros filhos com os pais deles. Os tempos já eram outros.

No ano de 1991 eu já não morava na mesma casa que meu pai e uma década começava. Ao tempo em que eu tentava procurar minhas raízes, ia atrás do que não era tão lógico. Era assim que minha adolescência começava, um pouco antecipada, I know. Eu ouvia New Kids on The Block e era apaixonada pelo Joey, que era a cópia do meu pai que dançava e cantava. Complexida, eu? Veio o Rock ‘n’Rio II, aquele que muita gente quer esquecer, e minha geração ama. Eu fui! Ver NKOTB. Feliz. Para quem tinha aprendido “Shut up”, como primeira palavra em inglês ao ouvir meus pais discutindo em um idioma diferente, aprendi que a música era capaz de me levar a mundos que me faziam sentir tudo ou nada, dependendo da minha vontade, e não a do mundo.

Ainda não existia iPod, mas eu sabia de uma coisa: minha vida teria trilha sonora, assim como tinha Barrados no Baile. Eu gravava fitas cassete e vendia pelo Estadinho sem medo de ser feliz e sem entender ou ter ideia de que eu estava cometendo um crime: a pirataria. Eu tinha meu quarto coberto de pôsteres e dançava todas as coreografias. Mas sabia que eu queria mais.

Cresci com primos homens. Sempre fui a única mulher no lado paterno. Aliás, até os 7 anos só tinha eu de mulher entre os primos e filhos da minha vó, aos 7 anos ganhei uma prima maravilhosa, mas ela não afetava meu “reinado”. Essa convivência me permitiu entender as diferenças entre meninos e meninas de uma forma muito sutil. E lá atrás, nos anos 80, eu dançava Michael Jackson e Madonna sem entender muito bem a diferença entre os dois, mas por não ter irmão mais velho e meus primos não terem irmãs, fui “adotada” pelos meus primos mais velhos.

Um deles me apresentou o rock, o idioma inglês como poesia com o Marillion, os teclados do Van Halen, e a rebeldia de unir o pop ao rock do Bon Jovi. O outro me introduziu ao conceito dos botões mil, dos joysticks, jogos, computadores como forma de simplificar a vida, a tecnologia e ao conceito de que a gente não precisa viver só o que a gente vive. Foi aí que comecei a escrever poesias.

Aprendi a sofrer com a mistura do sofrimento do pop, e do rock que se fortalecia novamente. Ouvia Roxette no último volume trancada no meu quarto, dançava na sala com NKOTB e nos meus momentos de introspecção sempre apelei para o Bon Jovi.

Listen to your heart embalou meus bailinhos desde os anos 80, e me acompanhou como música romântica até eu conhecer Living in Sin. Era mais dolorido. Era o que eu sentia... e eu fui para 1992 já conhecendo A-ha ao vivo.

O ano de 1992 foi louco para mim. Eu já tinha aprendido a viver com pais separados e aquilo se tornava normal para mim. Mas meus pais tinham muitas outras preocupações, eles estavam buscando quem eles realmente eram, assim como eu. A diferença básica era que adolescentes estão sempre procurando isso, eles são perdidos por natureza, os hormônios estão a mil. Pais, para os adolescentes, não deviam ter o direito de voltar atrás. E entre Spending my time e Tonight (NKOTB) eu descobri Keep the Faith e com ele, a política, em Dry County, talvez a minha música preferida do Bon Jovi até hoje.

Em 93 as discussões musicais faziam parte da minha rotina. Com isso ganhei e perdi amigos e amigas. Eu, fã de New Kids, contra os fãs de Guns ‘n’ Roses, que eu sempre gostei, mas não podia assumir. Foi quando eu pedi ao meu pai para me colocar em um curso de inglês decente. Fui pro Cel-Lep e precisava ter uma nova identidade ali. Lá eu era Nika, gostava de Guns, de New Kids, de INXS e aprendia como se o idioma fosse nativo.

Mas em março meu primeiro baque de verdade veio à tona. Meu avô, que era um modelo pra mim em vários aspectos, morreu. Eu era um ser estranho para ele, era mulher, menininha, neta, não gostava dos apertos, mas adorava a Rainbow, a baleia de cauda roxa, barriga rosa, cabeça dourada, que levava todos os netos para um mundo de magia e super heroísmo nas horas de dormir.

Comecei minha jornada pelo espiritismo sem saber o que isso era ao sonhar com meu avô noites e noites e noites sem fim. Minha relação real com ele foi assim, por meio dos sonhos. Nem arrepio hoje porque minha vó jura que me coibiu de alguma forma de ter mediunidade. Eu creio que isso é real pois desde que ela me disse isso, não mais sonhei com ele. Sinto falta.

E enquanto meus pais assumiam namorada e namorado, eu pastava num mundo de desilusão, sem saber a quem recorrer. Minha vó é talvez a pessoa mais importante na minha vida, por saber me ouvir, me aconselhar e dizer claramente que não sabia como era viver a minha época quando as pessoas tentavam criar alguma forma de viver os anos 90 sem comunismo, sem Guerra Fria, sem falta de liberdades, mas com um excesso de falta de crença.

Não, eu não gostava de músicas brasileiras, apesar de admirar Paralamas, Ira! e amar Engenheiros do Havaí. E nunca gostei de Legião, mas lia Cazuza como se fosse Lygia Fagundes. Só fui dar atenção alguma ao som brasileiro do rock em 1994.

Era o ano dos meus 15 anos. Eu pedia terapia, meu pai achava que filha dele não tinha como ter problemas. Vou pular muita coisa desse ano, que talvez tenha sido o que eu aprendi o que significa “ups and downs”. Bem resumidamente, fiz uma festa de 15 anos em que meu pai proibiu a presença da minha mãe e tal qual a família dela, que apesar de convidada, não quis ir. Mas o que eu tinha pedido pro meu pai era simplesmente uma viagem: sozinha.
Fui pra Disney e esse foi um dos momentos que dividem rios na minha vida. A viagem para a Disney merece não só um conto, mas um livro à parte por tudo o que significou pra mim e o que ajudou a construir.

Esse ano de 1994 foi crucial para formar quem eu sou hoje. Fiz amigos que tenho até hoje, aprendi que inimigos não merecem atenção, me rebelei, e aprendi o que é tesão.

Não consigo nem escrever sobre 1994. Não em detalhes... e mais reticências... Muitos dizem que nessa época já estava nascendo a bolha da Internet, mas eu só queria saber de viver. Foi o ano em que eu aprendi uma coisa que me vale para toda a vida: eu vivo o que eu quero viver! E não quero morrer.

Foi o primeiro ano do resto da minha vida. E compreendendo completamente o que dizia Someday I’ll be Saturday Night e Runnaway Train (Soul Azylum), virei 1995 na agenda.

E em 2009, a chuva cai. Eu sei que não serei justa se continuar escrevendo.

15.8.08

Mundo Google

Faz tempo que não escrevo, mas como hoje é um dos assuntos da entrevista que estou acompanhando, vim testar...

6.5.07

Vamo pra balada (sem dinheiro)!!

Este final de semana esta sendo imensamente cultural. Afinal, uma das vantagens de estar em Sao Paulo no final de semana da Virada Cultural eh que nem lembro o quanto estou sem dinheiro.

Tudo bem que gastei um pouco na sexta, mas era aniversario da Ma Spirandelli e nao tinha como nao ir.

O que sempre me surpreende eh quanto nao precisamos de muito dinheiro para fazer as melhores baladas. O piquenique no parque do Morumbi organizado e idealizado pela Ju foi um grande exemplo disso. Outro bom exemplo foi a festinha na casa da Tati Vidal, com direito a drinks diferentes e musica ao vivo.

Hoje foi o dia cult. O Nando e eu fomos com Falcao e Camila assistir a um concerto de musica classica na Sala Sao Paulo. Fui pelo lugar e pela companhia e, apesar de nao ser a maior fa de musica classica, curti o show. Depois fomos a um show de chorinho, que esta na programacao da Virada, de graca e muuuuito bom. E ai, eh um tipo de musica que eu gosto mais.

O grande elo de ligacao entre todos esses programas eh a formula magica para uma baladinha ser boa:
Boa companhia + Musica (nem sempre eh boa, mas ja vale ter um som) + alguma bebidinha basica (tem a turma da vodka e tem a turma da cerveja...)

Para comprovar minha teoria, vejam abaixo um momento de diversao otimo na casa da Tati registrado com a minha super Kodak. Vale ressaltar que, com um namorado musico fica ainda mais facil de juntar os elementos basicos... ;-)


13.4.07

Realizações

Para quê trabalhamos? Para sobreviver e poder fazer coisas que sem dinheiro não podemos, certo? Eu trabalho para poder fazer duas coisas:
1) Viajar
2) Ver os shows que tiverem aqui sem medo de ser feliz...

Este mês estou me realizando nas duas coisas... A viagem a Buenos Aires foi o melhor presente que eu podia ter me dado este ano, estava com saudades de fazer uma boa viagem. Ainda mais com o Nando e a ajuda de todo mundo que gosta de mim, afinal, só ganhei presente em dinheiro para me comprar presentes lá... rsrs Muito bom!!

Ontem, realizei um dos sonhos que eu tenho desde adolescente: fui ao show do Aerosmith. Estou lesada hoje, mas nada me tira o sorriso do rosto. Tive a sensação de que aquilo era um sonho... chorei, pulei, gritei (apesar da gripe) e saí de lá com sensação de missão cumprida.

Fora que, de quebra, vimos um show do que realmente seria o Guns n´ Roses de hoje. Desculpem-me os fãs do Axl, mas o Velvet Revolver tem o Slash e o Duff, o vocalista rebola tanto quanto o Axl e a voz dele até é parecida com aquela voz que o Axl tinha nos anos 90.
Segundo o Nando, "com o Slash na banda, o vocalista tem de rebolar muito mesmo para chamar a atenção..." Aliás, o Nando acho que estava mais empolgado em ver o seu master-ídolo Slash do que ver o Steven Tyler e seus gritinhos que nunca desafinam.

Eu fiquei arrepiada mesmo, com sentimentos que não se explicam e que podem parecer uma boberia sem fim. Mas, sim, ontem foi uma das melhores noites da minha vida.

Por outro lado, toda vez que vou a shows, vejo que há pessoas totalmente sem noção, principalmente entre as mulheres. Coisas que deveriam ser proibidas:

1) Salto alto e fino (botas e sandálias plataformas ainda são "aceitas", com o risco de a pessoa ser derrubada facilmente na muvuca)

2) Camiseta branca - para mulheres, claro. Talvez esta regra seja mais válida para São Paulo. Afinal, mesmo com previsão de 0% de chance de chuva, como ontem, pode chover... como aconteceu ontem. Neste caso, a pessoa tem de ter certeza de que quer aparecer e que os "peitinhos" estão em ordem. Caso contrário, escolha outra cor, ou leve um casaco para colocar por cima em caso de acidentes molhados.

3) Maquiagem pesada - ok, ok, uma coisa básica tudo bem, afinal, nem todo mundo tem a pele que sonhava... mas imagina se você passa um lápis bem forte e uma sombra prateada bacana, o que vai acontecer?
- Opção a) Quando o show começar e você pular, suar etc., tudo vai ficar borrado e espalhado pelo seu rosto (mesmo produtos bons e à prova d´água não se garantem com o suor)
- Opção b) Você vai ficar parada para estar impecável, enquanto todos os homens estão mais preocupados com o guitarrista neste momento. E lembre-se, homens são mono-tarefa, não conseguem xavecar e ver o guitarrista solando ao mesmo tempo.

4) Bolsa tira-colo - se maquiagem é dispensável, perfume desnecessário, cartões de crédito e débito não são aceitos... por que levar uma bolsa?? Pior: por que ficar carregando a bolsa o tempo todo? Se quiser levar coisas a mais, como capa de chuva ou uns salgadinhos, ponha numa mochila levinha porque é bem melhor de curtir o show com a mochila nas costas do que com uma bolsa que vai ficar caindo o tempo todo. Eu levo só o básico: carteira de identidade, carteirinha do convênio médico (nunca se sabe), algum dinheiro em cash para comprar cerveja e as chaves de casa. Pra quê mais coisa??

5.4.07

Buenos Aires - a melhor comemoração

Vejam o vídeo com as fotos da viagem!!

27.1.07

Quebrando o silêncio

Ano novo, coisas novas. Mas a família e os amigos ainda são minha prioridade, certas coisas não mudam com o ano.

Não gosto tanto de me expor mais, o que explica um pouco meu sumiço deste blog, que foi meu diário por tantos anos. Espero que minhas amigas, leitoras assíduas, tenham me perdoado. Afinal, espero não ter deixado de me comunicar com ninguém. Pelo menos sei e tenho certeza de que respondi a todos os e-mails e ligações e fiz muitas outras ligações e e-mails. O blog não pode ser o único meio de contato... é muito superficial.

Sobre mim? Bom, voltei às raízes musicais da minha vida. Ouço Bon Jovi quase o tempo todo, juntei uma graninha e estou pegando um carro novo (e vermelho) esta semana e estou bastante cansada no trabalho. Entendam não é cansada do trabalho, é no trabalho. Porque tudo que fui construindo durante o final do ano foi meio que por água abaixo no início do ano. Nada grave, só cansativo porque tenho que reconstruir minha equipe e trabalhar com vendas coordenando uma equipe que acha que sabe tudo à distância é f... Torço pela luz no fim do túnel. A way out of this.

Meu namorido me pediu formalmente em casamento e me deu um anel lindo, ficamos noivos. Ele continua com aquela profissão maluca que faz ele dormir até às 11h muitas vezes numa segunda-feira, mas não perdoa sábados ou domingos... aliás, ele está trabalhando agora.

Tenho curtido ao máximo meus amigos e amigas. Com a Caru montamos uma Noite das Minas de verão que foi ótima. A Ju e a Alê também curtiram, a Dê estava de férias, viajando e perdeu esta. Provavelmente teremos uma Noite das Minas no dia 5/2, quando a Jô estará aqui em SP, em mais uma das passagens relâmpago dela a serviço da Unilever. Hoje bati altos papos com a Dani e ela me contou das aventuras da Verônica em Fortaleza. No meio da semana saí com a Titi e bebemos com alguns amigos dela. Falamos muita bobeira. Na quinta rolou um esquema visita à Ju pós-cirurgia. Fui de carona com a Alê e o Dani e a Caru já estava lá. O Nando também foi depois e comemos pizza, rimos e assistimos Efeito Borboleta 2. Não assistam. Ainda mais se gostaram do primeiro e original.

Na família vários sustos que, graças a Deus, foram só sustos. Vovó sofreu um daqueles golpes do telefonema "sequestramos seu filho"; o Fê, namorido da mamãe, teve que operar um tumor no intestino e está bem agora. Que páre por aí. Quero ser feliz e quero todo mundo que eu amo feliz e com saúde. Você também.

Planos para 2007:
- Ir conhecer pessoalmente o gatão do João Gustavo em Curitiba
- Continuar apaixonada pelo Nando
- Me cuidar (até entrei numa academia)
- Trabalhar bastante
- Dar o máximo de atenção às pessoas que eu amo. (isso inclui algumas idas ao Rio, muito provavelmente).
- e outros que ainda são segredos...

Vamos com calma que já foi muita informação de uma só vez... FELIZ 2007!!

5.10.06

Muita foto!

Nossa turma adora tirar foto. Tanto que a Jô levou duas câmeras ao casamento da Ju e a turma dos municiados de câmeras digitais era grande. Eu estava devendo minhas fotos. Não estou mais... É só clicar nessa fotinho da Ju sendo penteada que todas as minhas mais de 100 fotos estão lá.

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by marinaz

Entrem, comentem, e me desculpem pelos códigos estranhos, mas o site não aceita acentos e se eu fosse refazer todas as legendas demoraria muito tempo.

Last but not least, está oficializada a entrada de novas integrantes à turma. A Dê e a Alê já fazem parte da minha vida e do Anotações de Guardanapo. A Bárbara eu conheço há tempos, ela veio no meu aniversário até, mas fiquei mais próxima dela quando fui ao chá de bebê do João Gustavo e estávamos na mesma equipe. Claro que uma equipe comigo, Caru e Bárbara tinha criatividade de sobra e ganhamos a gincana. Já A Aninha foi a última que eu conheci, mas não tivemos muito tempo de conversa. Espero poder encontrá-la neste final de semana para entrar no grupo de participantes do Eh Vero! que conhece todas...

4.10.06

MANY THANKS, JÔ!! PARABÉNS, JU!!

Antes de começar a contar as novidades, notem ao redor... viram a cara nova do blog?? Faço propaganda! A autora deste layout, mais uma vez, é a super mãe do ano, a Jô. MANY THANKS!!

Well... O final de semana foi agitado pelo casamento da Ju e do Gui!! Fui madrinha e os preparativos começaram cedo. Aliás, na sexta-feira, quando me programei para dormir cedo. Mesmo assim, dei uma passada no aniversário da Inês, minha quase prima (namorada do Sé). Foi ótimo! Comi uns bons sushis, bati papo e estava em casa às 23h.

Já o sábado começou às 8h. Fiz cabelo, depois fui no Morumbi Shopping fazer maquiagem (que ganhei de uma loja onde comprei coisinhas). Meu super namorido foi comigo e comprou uma gravata nova para diferenciar-se um pouquinho... afinal, ele tem só um mesmo terno que ele usa em todas as festas. E essa história de ter duas gravatas fez sucesso... em dado momento da festa, depois do 11º uísque, ele usava uma gravata na cabeça e outra no pescoço. Ai, ai...

Não tenho nem palavras para descrever a emoção que senti lá. Aliás, só choro em casamento de amiga minha, um problema... e dessa vez ainda tive que manter a pose, afinal, como madrinha, estava no campo de visão de todos. Claro que a Caru levou o troféu de lágrimas derramadas... ou será que perdeu do Edu, primo da Ju? Aliás, as descrições dela no blog sobre o casamento estão ótimas, recomendo a quem se interessar e, saber mais da festa.

Minha câmera teve ataque e a bateria não agüentou nem metade da festa... ainda por cima, tenho esquecido de trazer a câmera para cá para descarregar as poucas fotos e mostrar para todo mundo... farei isso em breve. No momento, tem fotos no textamerica aí do lado esquerdo... são as fotos das câmeras da Jô (sim, ela tinha múltiplas câmeras espalhadas pela festa).

Na segunda-feira NASCEU MEU PRIMINHO: O GUI!! Temos agora um Guilherme na família, filhinho do meu primo Dani. Fui na maternidade com a mais nova bisavó e ela não escondia a felicidade... ainda bem que ela tem coração forte. Minha tia Sarinha, nova vovó, já estava toda coruja "é o bebê mais lindo do berçário".

Neste finde vou ao Rio prestigiar o aniversário da minha priminha Tatá. E, claro, vou matar as saudades das amigas cariocas (as que ainda residem por lá...). Me aguardem!!

29.9.06

EBA!!

Tudo de volta! Eu, inteira, e o blog atualizado!

Amanhã é o casamento do ano: Juju e Gui assinarão os papéis que os separam da lua-de-mel. E vai ter festa! Eu estou atrás de um sutiã novo para usar com meu vestido, por pura frescura. Mas festas são a melhor desculpa para comprar coisinhas diferentes. Comprei um par de brincos magnifíco, nem sei se fica bom com o vestido... hehehe

E falando em casórios, sábado passdo fui à Itapetininga para testemunhar a união de Cássia e Fernando. Minha prima estava deslumbrante, como toda noiva feliz deve ser, e também, nervosíssima. Ela tremia tanto que qualquer convidado notava à medida que ela atravessava a igreja. Depois, festança no Venâncio Ayres, o clube dos melhores bailes de carnaval da minha vida. Muuuitos reencontros. As fotos estão lindas, acho que falam melhor que palavras. Mas vale esta, das minhas micro primas (filhas da Thiliê e da Tamara), como daminhas de honra:

Mais um EBA hoje para o Patrick! Sim, hoje ele fica ainda mais velho... hahaha... mas para provar que eu não me incomodo em vê-lo envelhecer e que sou amiga até o fim, fiz uma montagem de fotos que demonstram alguns bons momentos juntos:

Lindinho: muitas felicidades, muitos e muitos anos de vida (com saúde) e não deixe de beber uma cerveja por mim aí na Bahia.